tatuagem doméstica

catrun1Cheirinho bom de bolo no forno, café quente fumegando na xícara e uma brisa que já chega com jeito de chuva, sacudindo o mensageiro dos ventos. “Quero ficar no teu corpo feito tatuagem, que é prá te dar coragem prá seguir viagem quando a noite vem”. É Chico, o Buarque, invadindo a casa, se misturando aos sons da tarde, acrescentando outros aromas neste começo de abril. Lembro da minha tatoo, a pantera(inha) negra me escalando as costas. Um bicho solto devorando minhas idiossincrasias, agressivo quando acuado e estranhamente manso quando ama… “que logo te alucina, salta e te ilumina quando a noite vem”…

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